Um projeto que visa a captação e a comercialização do gás metano, resultante do lixo acumulado no aterro sanitário de Várzea Paulista, está prestes a ser colocado em prática. O diretor do Consórcio Intermunicipal de Aterros Sanitários (Cias), Hélio Frigeri, explica que o gás será retirado e passará por processos de limpeza, podendo ser encaminhado a uma central termoelétrica, onde deverá ser utilizado como combustível na produção de energia elétrica, e também na produção de gás natural veicular. "Já existem empresas interessadas no projeto, mas ele ainda depende do processo licitatório para ser concretizado", informa. No entanto, ainda não se sabe a quantidade de gás metano produzida no aterro. Mas é certo que esse, quando liberado na atmosfera, esse gás é prejudicial para o meio ambiente por agravar o efeito estufa, elevando a temperatura do planeta. Frigeri destaca que no próximo mês será concluído, pelo Cias, estudo sobre a captação de geração de metano, também chamado de biogás, além de outras informações necessárias para a abertura da licitação. "A empresa que ganhar a licitação vai comercializar o gás metano, que hoje é emitido em pontos isolados no aterro." Segundo Frigeri, a expectativa é de que no começo do ano que a empresa vencedora se instale no local.segunda-feira, 29 de junho de 2009
Fazendo o lixo virar metano em Várzea Paulista.
Um projeto que visa a captação e a comercialização do gás metano, resultante do lixo acumulado no aterro sanitário de Várzea Paulista, está prestes a ser colocado em prática. O diretor do Consórcio Intermunicipal de Aterros Sanitários (Cias), Hélio Frigeri, explica que o gás será retirado e passará por processos de limpeza, podendo ser encaminhado a uma central termoelétrica, onde deverá ser utilizado como combustível na produção de energia elétrica, e também na produção de gás natural veicular. "Já existem empresas interessadas no projeto, mas ele ainda depende do processo licitatório para ser concretizado", informa. No entanto, ainda não se sabe a quantidade de gás metano produzida no aterro. Mas é certo que esse, quando liberado na atmosfera, esse gás é prejudicial para o meio ambiente por agravar o efeito estufa, elevando a temperatura do planeta. Frigeri destaca que no próximo mês será concluído, pelo Cias, estudo sobre a captação de geração de metano, também chamado de biogás, além de outras informações necessárias para a abertura da licitação. "A empresa que ganhar a licitação vai comercializar o gás metano, que hoje é emitido em pontos isolados no aterro." Segundo Frigeri, a expectativa é de que no começo do ano que a empresa vencedora se instale no local.
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