Segundo informações da Secretaria de Saúde de Vinhedo, ficou confirmado na manhã desta quinta-feira, a segunda morte por suspeita de gripe influenza A no município. Por volta das 10hrs da manhã, uma mulher de 37 anos faleceu, ela estava internada desde o dia 11 deste mês na Santa Casa de Vinhedo e faleceu com suspeita de gripe influenza A. Uma segunda moradora de Vinhedo havia falecido no dia 18 com sintomas compatíveis com a influenza A, mas a causa da morte ainda não foi confirmada. Segundo apurado mais três pessoas com suspeitas da doença estão internadas na Santa Casa com sintomas compatíveis à doença causada pelo vírus H1N1, sendo que uma delas está na UTI. Até o momento, Vinhedo registra 10 casos confirmados da nova gripe.(Matéria da Redação - Foto: Estadão e Último Segundo)
ARTIGO: Influenza A (H1N1): mais influente do que a encomenda
Porcaria. A moda agora é a gripe Influenza A (H1N1), mais conhecida e temida como gripe suína. No começo, todos ignoraram o que estava acontecendo, justamente o contrário do estado alarmante a que o mundo chegou com a muito mais humilde gripe aviária. Alguns dias e mortes depois, a divulgação da doença se intensificou de uma maneira assustadora. E uma divulgação equivocada, é bom frisar.
O único aspecto verdadeiro da história é que a doença pode virar uma pandemia. Seria como se muita gente ficasse gripada ao mesmo tempo. Mas não como se morrêssemos simultaneamente. Quase ninguém falou que o índice de fatalidade da gripe girava em torno de 6%. Menos gente ainda disse que a previsão de gravidade do vírus pode, ainda assim, ter sido um erro. Cientistas destacam que a gripe suína é provavelmente muito mais fraca do que a devastadora gripe espanhola de 1918. Há no Brasil pessoas utilizando máscaras, absolutamente inúteis neste momento. O medo se espalhou muito mais rapidamente do que o vírus.
A mídia precisa divulgar, mas não deve repetir dados e fatos exaustivamente, em detrimento de aspectos fundamentais, como a real gravidade da doença e, principalmente, o ainda baixo número de infectados. Ninguém viaja, equipes de futebol do México não jogam no México, todos usam máscaras. Revista Time, aí vai um recado: influente, de fato, é o Influenza A (H1N1).
Porcaria. A moda agora é a gripe Influenza A (H1N1), mais conhecida e temida como gripe suína. No começo, todos ignoraram o que estava acontecendo, justamente o contrário do estado alarmante a que o mundo chegou com a muito mais humilde gripe aviária. Alguns dias e mortes depois, a divulgação da doença se intensificou de uma maneira assustadora. E uma divulgação equivocada, é bom frisar.
O único aspecto verdadeiro da história é que a doença pode virar uma pandemia. Seria como se muita gente ficasse gripada ao mesmo tempo. Mas não como se morrêssemos simultaneamente. Quase ninguém falou que o índice de fatalidade da gripe girava em torno de 6%. Menos gente ainda disse que a previsão de gravidade do vírus pode, ainda assim, ter sido um erro. Cientistas destacam que a gripe suína é provavelmente muito mais fraca do que a devastadora gripe espanhola de 1918. Há no Brasil pessoas utilizando máscaras, absolutamente inúteis neste momento. O medo se espalhou muito mais rapidamente do que o vírus.
A mídia precisa divulgar, mas não deve repetir dados e fatos exaustivamente, em detrimento de aspectos fundamentais, como a real gravidade da doença e, principalmente, o ainda baixo número de infectados. Ninguém viaja, equipes de futebol do México não jogam no México, todos usam máscaras. Revista Time, aí vai um recado: influente, de fato, é o Influenza A (H1N1).
Postado por Daniel Leite - do Blog "Por dentro do mundo da Bola"
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